é nossa marca.
Assinamos embaixo do que entregamos — como quem responde pelo número, não pelo barulho.
Propaganda que não vende
é enfeite.
E enfeite a gente
não assina.
Resultado,
é nossa marca.
O cliente chegou com uma meta:
vender mais sem abrir uma loja sequer.
em vendas · seis meses · as mesmas lojas
anos dentro do varejo brasileiro
cases assinados e entregues
das melhores mentes do varejo
dos clientes renovam o contrato [a confirmar]
Case herói




Diga a meta e a gente volta, em uma reunião, com o plano e com o indicador pelo qual vamos ser cobrados.
em vendas em seis meses — sem loja nova, sem guerra de desconto.
A pessoa entrava, olhava e saía com um item. A loja investia em alcance quando o problema estava dentro dela: a gôndola não contava história, a promoção competia com ela mesma e ninguém sabia qual categoria de fato pagava o aluguel.
Passamos as três primeiras semanas sem fazer propaganda. Estávamos lendo dado.
Um painel só, sell-out por categoria e por loja, cruzado com o que a mídia estava de fato comprando. Duas categorias carregavam 61% da margem e recebiam 12% da atenção.
Combinação no lugar de desconto. O material de trade parou de gritar preço e passou a mostrar o ambiente pronto — a pessoa compra o resultado, não o item.
Mídia de alcance caiu para financiar proximidade e retargeting no raio de cada loja. Mesma verba, outro destino.



em vendas no ciclo de seis meses
na cesta média [a confirmar]
semanas até o primeiro movimento medível
“Ninguém mudou o produto. Mudamos o que a loja dizia sobre ele.”